Quarta-feira, 2 de Março de 2011

 

Gosto muito de ler.

 

Mesmo muito.

 

A par dos "phones" nos ouvidos, ando sempre com um livrito na mala o que, atendendo ao longo caminho que percorro diariamente de transportes públicos, é uma necessidade básica para poder tornar as viagens minimamente agradáveis.

A minha biblioteca não é propriamente grandiosa, mas sempre consigo encher (já com livros em cima de livros, em cima de livros) três estantes lá em casa (entre os meus e os da esposa, claro). O nosso "mini-escritório" é a minha divisão favorita lá de casa, especialmente pelo permanente cheiro a livros que lá paira...É meio pateta, porventura, mas adoro poder passar os olhos pelos títulos, fazer mini-arrumações no meio da desarrumação mais ou menos generalizada, folhear uma ou outra página favorita, etc.

 

Digo isto porque resolvi, aqui há tempos, que gostava de poder arranjar um Kindle num futuro próximo (provavelmente por alturas do próximo aniversário), algo que até há pouco tempo dificilmente me passaria pela cabeça. Entenda-se que não sou nenhum "techie", não nutro especial simpatia por gadgets e decididamente abomino mariquices como Iphones, Ipads, Androids e demais tablets, telemóveis de 3ª geração (aqueles para os quais falar parece ser um extra e não a função base) mas abomino-os simplesmente por não lhes reconhecer nenhuma vantagem acrescida para a minha vida do dia-a-dia.

Por outro lado, o Kindle é um pouco como eu...É bastante básico. Ou seja, aquilo serve para ler livros, comprar mais livros e, maravilha das maravilhas, guardar carradas deles lá dentro!

Da mesma forma que gosto do meu Ipod pré-histórico (de certa forma, o Walkman dos Ipods) de 60 Gbs, pela quantidade ridicula de música que consigo lá pôr, a perspectiva de poder ter uma biblioteca ambulante e andar com ela no dia-a-dia e durante as minhas andanças internacionais que, infelizmente, ainda são bastantes sem ter que me preocupar em encher o trolley com dois ou três livros pesadotes é algo que me aguça bastante o apetite.

 

De resto, atendendo aos preços que a Amazon pratica para os seus E-books, a questão monetária também se afigura bastante convidativa. Provavelmente, deixo de vez de frequentar a secção de livros da Fnac como, ocasionalmente, ainda faço.

 

A questão toda é que, apesar de gostar de livros, de folhear, dobrar o cantinho da página (up yours, Forrester), gosto ainda mais de ler e por isso, o Kindle parece-me ser uma ferramenta catita.



Publicado por Bernardo Hourmat às 12:22 | link do post | comentar

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